Armando Tibério

Iniciou sua vida profissional em 1975, acompanhando cantores como Adilson Godoy, Olmir Stocker, Valdir da Fonseca, Tom Zé, Dora Lopes, Lana Bitencourt, Márcia Maria, Silvia Maria, Maria Alcina, Martinha, Alaíde Costa, Rosemary, Glória Rios e Maíra. Participou também de grupos como Quarteto Bizarro, Pavilhão A, e Só de Passagem.

Estudou com Lauro Lellis no Conservatório Musical do Morumbi e cursou a Escola Municipal de Música de São Paulo, tendo aulas de percussão com o professor De Lucca, cursou a Academia Paulista de Música, onde teve aulas de bateria com Valde Gonçalves (Dinho). Estudou bateria e percussão com José Eduardo Nazário, cuja participação consta em trabalhos de Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti e Grupo Um entre outros.

Desde 1979, participa ativamente do movimento de produção de discos independentes entre eles Língua de Trapo, Tiago Araripe, Alcides Neves, Agents e a banda de Akira S.

É autor do I Método de Percussão Brasileira em parceria com Fernando Marconi, resultado de um sério trabalho de pesquisa sobre os ritmos brasileiros. Por conta dessa experiência, participou de vários intercâmbios culturais com músicos americanos e latinos curiosos pelos ritmos brasileiros que se apresentaram no Free Jazz Festival como David Garibaldi, Dave Shanke, Alex Acunã, Steve Torto, Jeff Watts, Martin Drew, Victor Lewis, Dom Alias, Airto Moreira, Vincent Willborn e Akira Jimbo.

No final de 86, organizou o I e o II Seminário de Bateria & Percussão com a participação de nomes importantes no cenário musical de São Paulo.

Morou e trabalhou na Espanha durante 2 anos, onde conheceu de perto a música flamenca e outros ritmos latinos.

Gravou os dois primeiros CDs de Edson Cordeiro e participou tanto da turnê nacional pelas capitais brasileiras como da internacional por países como Alemanha, Suíça (Montreux), Holanda e Bélgica.

Está no MAWACA desde 1997, onde toca tablas, congas, pandeiro entre outras percussões.